1/4/10 Networking in Melbourne Australia for ABRISA Brazilian Association for Social Development and Integration in Australia
Date: 1 April 2010 Format: Written article in printed quarterly member newsletter Title: Networking in Melbourne, Australia Publisher: ABRISA Brazilian Association for Social Development and Integration in Australia http://www.abrisa.org.au Words: 791 Written by: Sue Ellson for ABRISA Published online:http://www.abrisa.org.au/pt/abrisa_news_029.pdf
Networking in Melbourne/Australia
Networking can feel like work or it can feel like fun. The most important tip is to do it in a way that suits your own personal style, but for people who have moved to Melbourne from Brazil (or any other location), it can be one of the most vital skills you can develop to make the most of your new life in your new city.
Let’s start with your purpose. Are you looking for friends? Are you looking for a job or business opportunities? Are you starting a new hobby, sport or interest? Establishing relationships in each of these categories will help you settle well in Melbourne.
In your previous location(s), you would have had a variety of friends, family members and extended family members of different ages and backgrounds. It may have taken many years to collect this group of people (or avoid them!), but in their own way, they have provided you with a range of support, help, referrals and company.
In your career, particularly in a new location like Melbourne, to maximise your options you will need to establish a personal profile within the organisation, the industry and your profession. This means that you need to find contacts in each area. You can do this by attending events, becoming an active member of professional associations and establishing a direct relationship with a carefully researched and selected mentor. It is common to “meet for coffee” to start these types of relationships.
Continuing or starting a sport, hobby or interest will help you establish your new identity through your personal passions in life. It is much easier to establish relationships with people if you share similar priorities and values and they will be keen to share stories about their past experience and you can share stories about yours. After a minimum of seven exchanges (meetings, emails, phone calls, texts, etc.), you will find that you will naturally move from questions and answers to
So what skills do you need to have to start networking?
A friendly smile works in any culture. Are you willing to learn and ask questions? Can you accept new information and not filter what you see, hear or think through your own cultural viewfinder (you may interpret situations incorrectly because you are relating them to your past experience).
Networking takes time, effort and sometimes money. A combination of strategies works best, so try face to face meetings, telephone calls, emails, social networking sites (as LinkedIn.com for work), forums, blogs, industry specific publications, events and training and ethnic, faith or cultural groups (like ABRISA). You may need to pay for professional assistance (but seek full details from at least three people before selecting your advisor).
If you know which networking techniques feel most comfortable for you, start your networking in this way, but try some new techniques as well. If you are going to events, start with free events, arrive early and leave near the end if you can. Carry your own personal cards with you at all times as well as a pen and paper (in electronic form if you prefer) to record the details of someone else if they do not have a card to give to you.
In your first twelve months, collect as many new contacts as you can. In the second year, decide which people you will contact frequently, which people you will maintain contact with and which people you may decide not to contact again. Create a small database with everyone’s contact details so that you can find their information easily (an email every three months will keep your contacts current and part of your new network).
Also keep in touch with your previous contacts as they can still support you. Networking helps you find referees, people who can indicate you to someone else, it is often not what you know, or who you know, it is who refers you that helps you establish good quality relationships.
It is also important to constantly make an effort to meet new people and try new activities with an open heart and mind. In public places in Australia, you can talk to people, discuss the weather or football and see where the conversation leads.
Remember that some people may not be accustomed to “Brazilian friendliness” and may feel uncomfortable if you stand too close or are very affectionate at your first meeting (handshakes are safer). If you are concerned about your accent, simply speak more slowly and smile, a lot. Smile is the one universal language that works well in any country.
Happy networking!
For more information: www.newcomersnetwork.com
In Brazilian Portuguese
Como Manter Vivo o seu Amor na Austrália
Sue Ellson
É fundadora e diretora do Newcomers Network
Is Founder and Director of the Newcomers Network
sueellson@ newcomersnetwork.com
O grande sonho de viver na Austrália aconteceu. Quando chegou aqui, era como uma lua de mel, tudo parecia maravilhoso. Agora é a realidade. Você pode estar com saudades de casa, da comida, pode estar desempregado, sentindo-se solitário ou preocupado com seu futuro.
Talvez possa ser ainda difícil falar fluentemente o inglês e suas economias podem estar desaparecendo rapidamente. Você pode já ter perdido alguns aniversários, casamentos, celebrações e funerais, e está preocupado com a saúde de seus entes queridos no Brasil.
Diante de tantos desafios, como os casais conseguem manter seu amor vivo na Austrália? O primeiro passo é reconhecer que há vários e novos elementos de tensão em seu relacionamento e que os primeiros dois anos serão, provavelmente, os mais difíceis.
No passado, você tinha seus próprios amigos e familiares, tanto homens como mulheres. Agora, provavelmente, vocês só poderão contar com o outro e, infelizmente, é impossível para uma única pessoa satisfazer todas suas necessidades e expectativas. Os recém chegados mais bem sucedidos planejam com antecedência a sua chegada a um novo local para que imediatamente possam ter pessoas com quem falar e fazer perguntas.
Entretanto, estas novas pessoas não serão amigos ou membros da família instantaneamente, essas relações levam tempo para se desenvolver. Assim, cabe a cada pessoa dentro de uma relação, fazer seu círculo de amizades, criar uma rede de contatos para sua vida pessoal, profissional e social e ser compreensivo em relação a outra pessoa no relacionamento.
Normalmente, as mulheres gostam de falar sobre seus problemas, assim, elas, definitivamente, precisam encontrar outras mulheres para conversar. Os homens gostam de resolver problemas, de modo que eles precisam de ação, bem como também também passar algum tempo com outros homens. Encontrar amigos com passatempos e interesses similares, com a mesma formação cultural ou fé (em qualqueridade), irá ajudá-los a re-estabelecer sua rede de apoio na Austrália.
Talvez se perceba que os hábitos de seu companheiro(a) estejam mudando. Podem estar dispensando mais tempo comendo, assistindo televisão, usando o computador, ficando acordado até tarde e dormindo mais durante o dia, não cuidando de sua aparência pessoal, perdendo interesse sexual e queixando- se regularmente.
É provável que pouco antes da mudança para a Austrália, a vida fosse muito ocupada, e agora que não se consegue encontrar um emprego, refazer amizades imediatamente e gerenciar a vida cotidiana, os comportamentos podem modificar-se. Esta é uma reação normal a uma alteração significativa das circunstâncias.
Seguem algumas idéias sobre como ajudar a seu parceiro(a):
- Pergunte o que gostaria que você fizesse para ajudá-los na situação atual
- Seja compreensivo(a) e não reclame sobre sua mudança de hábitos
- Arranje aum tempo para se divertir e fazer o mesmo tipo de atividades que faziam no Brasil
- Faça alguma pesquisa e agende alguns compromissos para participar de eventos e atividades gratuítas (e vá, mesmo se não sinta vontade de fazê-lo naquele dia)
- Passe algum tempo cozinhando juntos, especialmente as comidas que mais apreciem (faça um esforço para encontrar os ingredientes que precisa, muitos dos quais podem ser encontrados em lojas asiáticas)
- Tome conhecimento de todas as ações positivas e as reconheça (por exemplo, “Admiro o jeito como você sempre busca diferentes maneiras de se conseguir um emprego”)
- Seja compreensivo(a) e tente não reagir todas as vezes que algo lhe irrite, eles precisam de seu apoio e cuidados
- Incentive sua independência (não assumir nem fazer tudo para ele/ela), mas esteja disposto a ajudá-lo(a) caso solicitem
- Procure entendê-lo(a) já que talvez não imagine o quanto é difícil, para ele/ela, deixar o Brasil, seu trabalho e as pessoas queridas (procure tempo para fazer-lhe pequenas surpresas)
- Seja realista e faça todo os esforços para manter seu relacionamento, particularmente se existem crianças envolvidas, mas também tenha claro que se já não tivessem um bom relacionamento antes de mudarem-se para a Austrália, este não irá melhorar automaticamente pelo fato de viverem na Austrália
- Procure sua própria ajuda pois pode ser fácil culpar outras pessoas pelas próprias dificuldades, mas você também pode estar sofrendo e precisar de alguma assistência ou conselhos de especialistas
A Austrália é abençoada pelos muitos serviços de apoio gratuítos ou de baixo custo, por isso, se está passando por dificuldades não espere até que seja tarde demais, procure ajuda.
Os serviços de aconselhamento por telefone fornecem informações referenciais excelentes e são um bom ponto de partida.
Não há nenhuma necessidade de batalhar por conta própria, e o fato de que tenha optado por viver na Austrália não significa, automaticamente, uma vida “fácil”. Tome algumas medidas agora e mantenha vivo o seu amor.
Lifeline (Serviço de aconselhamento e encaminhamento por telephone, Atendimento 24 horas ), 13 11 14 www.lifeline.org.au
Kids Help Line (Linha de Apoio a Crianças com idade entre 5 e 25), 1800 55 1800 www.kidshelp.com.au
Women’s Information Referral Exchange, 1300 134 130 www.wire.org.au
Relationships Australia, 1300 364 277 (acabaram de lançar um DVD chamado “Construindo Famílias Estáveis”) www.relationships.com.au
Tradução: Suzana Alvarenga
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